Água do Bongo - Nerve

Água do Bongo - Nerve

  • リリース年: 2014
  • 言語: ポルトガル語
  • 間隔: 3:48

以下は曲の歌詞です Água do Bongo 、アーティスト - Nerve 翻訳付き

歌詞 " Água do Bongo "

原文と翻訳

Água do Bongo

Nerve

Cara de sono… de facto, com…

Água do bongo… placa de som…

A data em que vou…

Arrasto o meu corpo…

(Quê? Não percebi nada)

Cara de sono.

De facto, com um sorriso de quem acabou de entornar a água do

bongo na placa de som

Um dia, torno irremediável a escolha da data em que vou

Entretanto, arrasto o meu corpo, até ao doutor, porque o meu frasco acabou

Frios suores, poros disparam vapor

Horas depois, para aliviar o ardor no peito, eu escrevo

Mas mãos tremem sem parar, ao compor imagens extraídas da parte de trás do meu

topo

À frente, uma cara de poucos amigos que não percebem que não estou para

conversas sem termos de conversar antes sobre isso

Uma cara de poucos amigos, independentemente do número

Funcionam todos à base de avisos, eu não me resumo num

Eu sumo-me

Façam rolar esse tapete de alcatrão na minha frente, como se fosse a passar o

carro da Google

Eu nunca espreitei o mapa

Fedelhos pedem conselhos, numa de partilha e comunhão com as massas —

Desamparem-me a loja

Esta é para a corja que prega os meus momentos medíocres

Como se tudo em que toco se tornasse magnífico — É esse o espírito

Hei-de morrer pobre pela minha obra

Assim por alto, até agora, devo ter ganho, sei lá, um cêntimo por hora

Eu preferia acabar num lar.

Não, eu preferia doar um rim

Não, a sério, eu preferia afogar o meu primogénito

Num alguidar do que vê-lo a crescer até se tornar um básico:

Pela morte, serás exemplo.

Eles que façam de ti um mártir

Dígitos… convencido… negativo… positivo…

Disso, acredito… vinho… sozinho… amigos

No que toca à quantidade de dígitos

Estou convencido que o meu saldo negativo ultrapassa o teu positivo

Além disso, acredito que, só com vinho

Já me embebedei mais sozinho que tu com os teus amigos

Quando escrevo, escorre quente o veneno que me corre dentro

Este é o meu adeus precoce.

A minha laia morre cedo

Nervoso?

Só sempre.

Corto rente laços

Falo «Fêmea, um dia volto, mas hoje ainda não pode ser»

Pé na tábua.

Eu não preciso de nada

Escrevo estas letras com a mesma caneta com que desenho a capa

Trancado no quarto, quando calço luvas de borracha

Recorto letras de revistas e envio anónimas cartas de ódio às ex-namoradas

Elas sabem o que aqui se gasta

Não tenho jeito com nomes, sou péssimo com datas

Porque adoro fumar bêbado

Há cinco anos em casa mas moral altíssima, numa de «eu nunca voltei da estrada»

A vida não presta.

Só ira resta

Temo não alcançar os quarenta.

Não há tempo para dormir a sesta

Desculpem-me se não ando de corno preso à testa com um elástico,

a peidar borboletas

Eu vejo além das tretas

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